Revista do Farmacêutico 114 - CRF-SP em Ação - Judicialização da saúde em discussão

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PUBLICAÇÃO DO CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Nº 114 - NOV-DEZ / 2013

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Judicialização da saúde em discussão

Em seu IV Seminário, CRF-SP em parceria com a DRS-IV, aborda o fenômeno da judicialização da saúde

Foto: Adriana Gonçalves
Dr. Luiz Gonzaga, diretor regional de São João da Boa Vista, ao lado de Benedito Westing, diretor da DRS-XVI e dr. Pedro Menegasso, presidente do CRF-SP

O CRF-SP organizou, no dia 29 de outubro, a quarta edição do “Seminário para Gestores Municipais”, com o tema “A Judicialização da Saúde”, na cidade de São João da Boa Vista, no interior de SP.

Os Seminários para Gestores, idealizados pelas Comissões Assessoras de Saúde Pública do CRF-SP, têm o objetivo de discutir diferentes temas da área de saúde pública com farmacêuticos do segmento em conjunto com gestores municipais. 

A realização dessa quarta edição foi uma parceria entre o CRF-SP e a Diretoria Regional de Saúde (DRS) XIV de São João da Boa Vista. Inicialmente, o dr. Benedito Carlos da Rocha Westin, médico e Diretor da DRS XIV explanou sobre a história e a organização do Sistema Único de Saúde no Brasil para contextualizar um fenômeno que tem trazido preocupação para todos os farmacêuticos atuantes em saúde pública, a judicialização da saúde. 

Em seguida, a dra. Carmen Lígia, chefe de Assistência Farmacêutica do Município de São José do Rio Preto, apresentou, a título experiência, como seu município tem lidado com este fenômeno.

Ao final, um espaço de diálogo, moderado pelo conselheiro e coordenador da Comissão de Saúde Pública da Sede do CRF-SP, dr. Israel Murakami, possibilitou que todos os participantes discutissem formas de enfrentar essa questão.

O CRF-SP busca, com este tipo de ação, a promoção da educação permanente aos farmacêuticos em parceria com as instituições de saúde pública dos municípios e do Estado. “Esta é uma das principais preocupações do CRF-SP”, afirma o presidente do CRF-SP, dr. Pedro Menegasso.

“Para que o farmacêutico promova um serviço de assistência farmacêutica de qualidade, é necessário que ele conheça todas informações que deverão ser repassadas para os pacientes e para os prescritores de como requerer e obter, além dos requisitos necessários para prescrever os medicamentos com o intuito de reduzir essas ações judiciais”, diz o dr. Israel Murakami. Para evitar os custos desnecessários das ações judiciais, o farmacêutico deve conhecer como funciona o sistema de saúde, capacitar-se e refletir como pode interferir nesse sistema. Marivaldo Carvalho

 

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