Qualidade do ensino

 

CRF-SP realiza discussões sobre avaliações do egresso e do progresso

 

São Paulo, 10 de agosto de 2017

O CRF-SP tem promovido, por meio de sua Comissão Assessora de Educação Farmacêutica (Caef), uma série de ações com o objetivo de melhorar a qualidade do ensino de graduação em Farmácia. Entre eles estão discussões sobre avaliações do egresso, também conhecida como proficiência, e do progresso.

Hoje, a legislação dispõe que o desempenho na avaliação do egresso não pode impedir a inscrição de um profissional em seu respectivo órgão de classe, assim como não há obrigação legal que exija ao profissional realizar a prova. Somente a OAB tem essa prerrogativa. 

Outra estratégia de avaliação em discussão na Caef trata-se do teste do progresso, realizado para avaliação do estudante durante a graduação.

Para a coordenadora da Comissão, Dra. Marise Bastos Stevanato, essas estratégias se mostram eficientes para auxiliar a promoção da melhoria da qualidade da formação. “Como professora de curso de graduação e pós-graduação em Farmácia e envolvida nas discussões sobre a educação farmacêutica, não somente no Estado de São Paulo, mas também no Brasil, é necessário avaliar outras possibilidades, uma vez que a baixa qualidade de formação do farmacêutico é multifatorial”.

Também membro da Comissão, a conselheira do CRF-SP Dra. Danyelle Marini aponta que essas avaliações podem trazer resultados positivos para as IESs, que poderão corrigir algum percurso errado.

Outra vantagem das avaliações é que elas possibilitam que as empresas e residências tenham informações relevantes sobre a qualidade da formação do profissional e possa utilizá-las para futuras contratações.

 

Monica Neri
Departamento de Comunicação CRF-SP

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