Clipping - 10/02/2012

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Novo similar da Libbs
10/02/2012 - Valor Econômico

O laboratório nacional Libbs está colocando no mercado seu primeiro medicamento similar para combater a doença de Alzheimer. O remédio Zider (cloridrato de memantina) é indicado para as fases moderada a grave da doença. De acordo com a companhia, o Zider reforça a aposta do grupo nacional em investir na área de Sistema Nervoso Central, a terceira maior divisão da empresa, recentemente ampliada com as chegadas do antidepressivo Reconter (escitalopram), e do Égide (topiramato), para crises de enxaqueca.


Droga é esperança na cura de Alzheimer
10/02/2012 - O Globo

Neurocientistas da Escola de Medicina da Universidade Case Western Reserve, nos EUA, avançaram nos esforços para encontrar uma cura para o mal de Alzheimer. Segundo seu estudo, publicado na revista “Science”, uma droga, usada em camundongos, pode recobrar rapidamente as perdas cognitivas e de memória provocadas pela doença. Os resultados classificaram a substância, o bexaroteno, como medicamento potencial para os pacientes — só nos EUA, são cerca de 5,4 milhões.
O bexaroteno foi aprovado, há mais de uma década, para tratamento do câncer pela agência americana de Administração de Drogas e Alimentos (FDA, em inglês).
Esses experimentos exploraram se o medicamento também poderia ser aplicado em pacientes com Alzheimer, e os resultados foram mais do que promissores.
O mal de Alzheimer surge, em grande parte, da incapacidade do corpo para limpar do cérebro a proteína betaamiloide, cuja ocorrência é natural. Em 2008, o pesquisador Gary Landreth, de Case Western, descobriu que o transportador principal de colesterol no cérebro, a apolipoproteína E (ApoE), facilitava a limpeza das proteínas beta-amiloides.
Landreth e seus colegas, então, decidiram explorar a eficiência do bexaroteno para aumentar a produtividade da ApoE. A elevação de seu nível no cérebro acelera a limpeza da beta-amiloide. As ações do bexaroteno aumentam a quantidade produzida de ApoE.
Os pesquisadores ficaram particularmente impressionados com a velocidade com que o bexaroteno melhorou os danos causados à memória e ao comportamento dos animais com o cérebro afetado por betaamiloide. Atualmente, a comunidade científica acredita que pequenas formas solúveis de beta-amiloide causam deficiências na memória vistas em animais e humanos que sofrem da doença.
Animais voltaram a ter comportamento normal Após seis horas em que o bexaroteno é administrado, porém, níveis solúveis de amiloide caem cerca de 25%, e este efeito dura até três dias. Esta mudança foi correlacionada com uma rápida melhoria em uma ampla gama de comportamento em três diferentes camundongos com Alzheimer.
A melhoria de comportamento era vista até no instinto nos camundongos. Quando os roedores doentes encontravam o material adequado — neste caso, um papel de tecido — para fazer seus ninhos, continuavam inertes. Esta reação demonstrou como haviam perdido a capacidade de associar aquilo a uma oportunidade de ninho. Mas, apenas 72 horas após o tratamento com bexatoreno, eles voltavam a construir uma “casa” com o papel. A droga também melhorou a capacidade dos camundongos em detectar e responder aos odores.
— É um estudo recompensador mal de Alzheimer — concluiu Landreth. — Precisamos ser claros: a droga funciona muito bem nos camundongos.
Nosso próximo objetivo é determinar se ela atua de forma semelhante em humanos. Estamos em uma fase inicial na transformação da ciência básica em tratamento.


Droga anticâncer trata Alzheimer em roedores
10/02/2012 - Folha de S.Paulo

Uma droga que há dez anos vem sendo usada para tratar câncer de pele se revelou um medicamento eficaz também contra o mal de Alzheimer.

O efeito inesperado foi verificado em uma série de experimentos com camundongos, e cientistas devem começar testes clínicos em humanos ainda neste ano.

A descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade Case Western Reserve (EUA), que há dois anos descobriram uma possível ligação entre o bexaroteno (droga usada no estudo) e proteínas que cérebros saudáveis usam para prevenir o Alzheimer naturalmente.

O medicamento foi aplicado em roedores modificados para contraírem a doença. Segundo estudo publicado na revista "Science", algumas das cobaias recobraram mais de 50% de suas capacidades cognitivas em 72 horas.

Os cientistas submetiam os bichos a testes de orientação espacial, memória olfativa e comportamento. Em um dos experimentos, avaliavam a capacidade dos camundongos de montar seus próprios ninhos (veja quado acima).

Paige Cramer e Gary Landreth, os líderes do trabalho, fundaram agora uma empresa para realizar os testes clínicos da droga em humanos com Alzheimer.

"O bexaroteno funcionou bem em camundongos porque consegue cruzar a barreira entre o cérebro e a corrente sanguínea", disse Cramer à Folha. "Ainda precisamos saber se isso vai ocorrer em humanos também."

O problema por trás do mal de Alzheimer é o acúmulo da beta-amiloide, uma molécula que surge como subproduto da atividade dos neurônios. Em cérebros normais, há proteínas que limpam a beta-amiloide, mas isso não ocorre no sistema nervoso dos portadores da doença.

Segundo Cramer, o bexaroteno age sobre o DNA dos pacientes e ativa genes responsáveis pela produção de alguns tipos de "apolipoproteínas" que fragmentam a beta-amiloide e facilitam sua eliminação.



MARIA CRISTINA FRIAS : Farmácia contra... supermercado
10/02/2012 - Folha de S.Paulo

Produtos higiênicos em Porto Alegre e Curitiba estão mais baratos em farmácias que em supermercados, segundo pesquisa da Ecobenefícios Good Car. Na capital gaúcha, a diferença é de 2%. Na paranaense, de 0,5%.

Em Belo Horizonte, os produtos estão mais acessíveis em mercados. Uma lista com 20 itens, como sabonete e esmalte, custa R$ 96,44 nesse tipo de estabelecimento. Em farmácias, a média é de R$ 112,66.


Quimioterapia pode ser feita na gravidez
10/02/2012 - Folha de S.Paulo

Mulheres que têm que enfrentar um tratamento de câncer na gravidez podem ficar mais tranquilas quanto ao risco de o bebê ser afetado pela quimioterapia.

Uma série de estudos publicados hoje no periódico "Lancet" mostra que crianças expostas à quimioterapia na gestação se desenvolvem tão bem quanto crianças da população geral.

Uma em cada mil gestações é afetada pela doença, mas a tendência é que essa incidência aumente, já que mais mulheres têm deixado a gravidez para depois dos 30 e o risco de câncer aumenta com a idade.

Uma das pesquisas envolveu 68 mulheres grávidas que tiveram diferentes tipos de câncer e receberam químio, cirurgia e/ou radioterapia.

As crianças foram examinadas logo após o parto e periodicamente até os 18 anos. Os testes incluíam exames neurológicos, eletrocardiogramas, audiometrias e testes de aprendizagem, função cognitiva e atenção.

Os únicos que mostraram um atraso no desenvolvimento cognitivo foram os que nasceram prematuros e, por isso, já tinham maior risco de apresentar essa diferença.

TRATAMENTO

O tratamento da gestante com câncer precisa de cuidados a mais. A químio só deve ser feita após o primeiro trimestre para evitar o risco de malformação do bebê -antes disso, só pode ser feita a cirurgia para retirar o tumor.

A última sessão de químio deve ser feita pelo menos três semanas antes de o bebê nascer. E, como não há estudos sobre os efeitos da radioterapia, é recomendável deixá-la para depois do parto.

Segundo os autores, a estratégia de prorrogar o tratamento para depois do parto não deve ser colocada em prática, assim como antecipar o nascimento para iniciar a quimioterapia. "Isso não ajuda a mãe em nada e, pior, pode causar sequelas no bebê", diz Max Mano, coordenador do ambulatório clínico de câncer de mama na gestação do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira).

Da mesma forma, o abortamento não muda o prognóstico da mulher no caso de câncer de mama. Mas, em algumas situações mais graves, isso pode ser discutido, como em câncer de colo de útero, leucemias e linfomas.

Mano afirma ainda que o estudo vai deixar gestantes e médicos mais seguros.

"Muitos médicos têm uma posição conservadora e recomendam o abortamento."

Segundo Mano, as conclusões são tranquilizadoras. "Parte do medicamento cruza a placenta. Um dos nossos medos era de que o coração do bebê fosse afetado."

No estudo, foi observado um batimento cardíaco um pouco mais acelerado nessas crianças, mas elas não tinham arritmia ou qualquer outra anormalidade.

Mano afirma, porém, que não se sabe ainda o que vai acontecer quando essas pessoas tiverem 50 anos e um risco cardiovascular maior.

"O médico disse que eu deveria abortar"
10/02/2012 - Folha de S.Paulo


A decoradora Elaine Lima Maciel, 40, acredita que sua filha Lucille, de nove meses, veio ao mundo para ajudá-la a enfrentar a doença. "Fiz químio com ela na barriga. Toda vez que ficava triste por causa da doença lembrava que ela estava ali."

Ela descobriu que tinha câncer de mama em 2009, mas diz não ter aceitado a notícia nem ter tido "cabeça" para se cuidar. No fim de 2010, engravidou e começou o tratamento três meses depois, conforme o indicado pelos médicos para a droga não prejudicar o bebê.

"A gravidez mudou tudo para mim. Não ficava pensando só na doença e queria fazer o possível para a segurança do meu bebê", conta.

Ela fez as sessões de químio até sua filha nascer, em maio de 2011. Em setembro retomou o tratamento e, em outubro, retirou uma das mamas. Por causa do tratamento, não pôde amamentar.

Sua filha nasceu de oito meses, mas Elaine conta que Lucille não teve problemas relacionados à prematuridade ou ao tratamento.

Priscila Fernandes do Nascimento Santos, 26, engravidou entre as sessões de químio e de radioterapia, para tratar um câncer de mama, e chegou a ouvir de seu ginecologista que deveria fazer um aborto.

Ela está grávida de cinco meses de uma menina. "Ele me indicou clínicas e disse que eu não poderia levar a gravidez adiante."

No Instituto do Câncer, porém, especialistas lhe disseram que o aborto não era necessário. A radioterapia foi adiada por causa do risco da radiação para o bebê.

Recentemente, um novo nódulo apareceu em uma das mamas e Priscila fará uma biópsia para saber se o câncer voltou e se precisará fazer quimioterapia de novo.

"A gente pensa que o câncer pode passar para a criança, que os remédios vão afetá-la. Mas a médica me tranquilizou, disse que não vai ter nenhum problema."



Alimento dado por sonda será recolhido
10/02/2012 - O Estado de S.Paulo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda e a distribuição de um lote de um produto usado para alimentação enteral (feita por sonda) por estar contaminado com coliformes. Fabricado pela Nuteral Indústria de Formulações Nutricionais Ltda., o Total Nutrition Soy HSS Neofiber era dado principalmente a pacientes debilitados, internados em hospitais

"É um problema sanitário grave", afirmou a gerente de risco de alimentos da Anvisa, Ângela Karinne Castro. O lote, de número 4.416, tem data de validade até novembro deste ano e, de acordo com a agência, era vendido em várias partes do País.

Depois da constatação do problema, fiscais visitaram a fábrica e identificaram que outras normas de segurança não eram observadas. Foi dado prazo para empresa corrigir os problemas.

"Não há como dizer se pacientes que usavam o produto necessariamente passariam mal. Mas há um risco que não pode ser desconsiderado", disse Ângela.

O "alimento para situações metabólicas" interditado era indicado para pacientes com restrição de sódio e sacarose. Coliformes são grupos de bactérias presentes no sistema gastrointestinal.

A gerente da Anvisa disse que a identificação de coliformes em produtos alimentares não é comum. "Principalmente em alimentos indicados para pacientes numa situação mais delicada."

A coleta do produto será feita por vigilâncias dos Estados. Não há como saber quanto do produto foi usado. O Estado procurou representantes da empresa, mas não obteve resposta até a noite de ontem.

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Bebês são internados após troca de droga
10/02/2012 - O Estado de S.Paulo

Dois bebês, gêmeos de 6 meses, foram internados no Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP) após receber medicamento errado num posto de saúde da cidade vizinha José Bonifácio.

Maykon e Mayron foram levados na segunda-feira ao posto pela mãe, Jéssica de Souza, de 16 anos, para tratar uma gripe. Mas um dos três remédios receitados, um xarope, foi trocado na farmácia por um calmante. Jéssica disse que não percebeu a troca porque a letra da médica na receita estava ilegível.

Anteontem, as crianças foram internadas com sintomas de intoxicação medicamentosa. "Disseram que elas poderiam entrar em coma", contou Jéssica. Ontem, porém, os gêmeos melhoraram e tiveram alta do hospital.

Os pais das crianças registraram boletim de ocorrência. A Secretaria de Saúde de José Bonifácio instaurou sindicância para apurar o ocorrido.

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Indústria do amianto pede explicação a médico
10/02/2012 - O Estado de S.Paulo

O Instituto Brasileiro de Crisotila, fundado por empresários da indústria do amianto, está interpelando judicialmente o médico sanitarista Hermano Albuquerque de Castro a respeito de declarações e artigos publicados por ele. Pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz desde 1986, Castro estuda os efeitos do amianto na saúde desde a década de 1970.

Para a comunidade científica, a interpelação judicial é uma tentativa de intimidar o pesquisador. A entidade nega.

Castro soube da interpelação anteontem. No documento, a entidade questiona a "pesquisa ou base de dados de cunho científico" para artigos e entrevistas publicados em 2008. A medida judicial surpreendeu o pesquisador. "É uma interpelação extemporânea. Sinto-me extremamente constrangido com a ação. Você fica parecendo um criminoso."

O sanitarista acompanha pacientes com doenças respiratórias no ambulatório de pneumologia do Centro de Saúde do Trabalhador da Fiocruz. Em 1990, notificou o primeiro caso de asbestose (fibrose pulmonar crônica e irreversível) de uma trabalhadora da indústria do amianto.

Tanto a Fiocruz quanto o Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgaram nota em defesa de Castro. "Estudos da Organização Mundial de Saúde e da Agência Internacional para Pesquisa em Câncer atestam que o amianto é uma fibra cancerígena, assim como a Resolução 348 do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que o considera um resíduo perigoso e cancerígeno para aqueles que o manipulam", diz o texto da Fiocruz. O produto já foi banido de 58 países.

O documento informa que será promovida uma teleconferência pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, que reunirá profissionais de saúde que lidam com o tema, para produzir um documento "sobre os problemas causados pela manipulação do amianto em trabalhadores do setor".

Questionamento. O Instituto Brasileiro de Crisotila questiona declarações de Castro segundo as quais o amianto prejudicaria também a saúde do consumidor, não somente a do trabalhador que o manipula. "Não há tentativa de inibir o pesquisador. Mas ele tem o dever de esclarecer qual é a base científica para essas declarações e esse esclarecimento tem de chegar à sociedade", afirmou o advogado Antonio Telles de Vasconcellos. Segundo ele, há estudos científicos que mostram que não há efeito negativo para o consumidor.

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São Paulo lança guia para deficientes
10/02/2012 - DCI

A Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED), acaba de lançar o Guia de Encaminhamentos para Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida, um guia prático que informa os munícipes onde encontrar endereços e meios de contato (como telefone e e-mail) de serviços municipais direcionados às pessoas com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida, que se encontrem na cidade de São Paulo.

Para facilitar o processo de consulta, os serviços são agrupados conforme a Secretaria à qual estão vinculados, como, por exemplo, Assistência Social, Cultura, Educação, Esportes, Lazer e Recreação, Saúde, Trabalho, Transporte, Participação e Parceria e Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência.

O guia conta também com um capítulo especial onde está disponível para os munícipes, toda a legislação do âmbito municipal, estadual e federal que resguarda os direitos da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida.


 

Secretaria busca parceiros para ajudar alunos com deficiência
10/02/2012 - DCI

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo está cadastrando instituições sem fins lucrativos interessadas em firmar convênio para oferecer o apoio necessário aos alunos com deficiência matriculados no ensino regular nas escolas da rede estadual. O atendimento é voltado àqueles estudantes que necessitam de auxílio para atividades como alimentação, higiene bucal e íntima, utilização de banheiro, locomoção e administração de medicamentos, entre outras coisas. A ação contará com investimento de cerca de R$ 17 milhões da Secretaria da Educação até 2013. Serão beneficiados cerca de 1,2 mil estudantes em todo o estado.

As entidades interessadas deverão encaminhar o pedido a uma das 91 diretorias de ensino da rede estadual até o dia 30 de março. A relação dos documentos que devem acompanhar a solicitação pode ser consultada na resolução que contém as normas para a celebração dos convênios, publicada na edição da última quarta-feira do Diário Oficial do Estado.

Os pedidos serão analisados pelas próprias diretorias de ensino com base na proposta de trabalho e qualificação para desempenho da atividade. As unidades regionais também ficarão responsáveis por indicar as escolas que necessitarem do serviço e por repassar os recursos financeiros às entidades conveniadas, assim como analisar e aprovar as respectivas prestações de contas. Em contrapartida, as instituições assistenciais deverão disponibilizar pessoal de apoio aos estudantes que possuem limitações motoras e outras que lhes acarretem dificuldade de caráter permanente ou temporário no autocuidado. Cada escola poderá contar com um apoiador para até três alunos.

As entidades serão responsáveis por fornecer o suporte necessário aos alunos com deficiência, garantindo-lhes acesso e permanência nas escolas estaduais. Os recursos financeiros repassados deverão ser utilizados exclusivamente para as atividades previstas no convênio, cujo prazo de vigência será de 12 meses, podendo ser prorrogado até o limite de 60 meses.

A pasta promoverá a primeira capacitação do pessoal destacado pelas instituições para as ações a serem desenvolvidas nas unidades escolares. Para isso, contará com a colaboração da Secretaria da Saúde. A previsão é de que cerca de 780 apoiadores sejam disponibilizados este ano por meio dos convênios. Os mesmos serão supervisionados por um profissional da área da saúde (enfermeiro, técnico em enfermagem ou outros), provido pela instituição conveniada, sendo um para cada diretoria de ensino atendida.

Também caberá à pasta disponibilizar as equipes de Educação Especial das diretorias de ensino, formadas por supervisores e professores-coordenadores, para dar suporte e orientação técnica aos diretores das escolas. Ficará ainda a cargo da Secretaria, adquirir e manter equipamentos e materiais de higiene necessários ao cuidado e apoio dos estudantes (exceto os de consumo diário, que ficarão sob responsabilidade das instituições). À entidade conveniada caberá a organização e pagamento do pessoal técnico próprio, contratado para a execução das ações previstas.